10 escolas fechadas devido à greve

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O agrupamento de escolas de Fajões foi o que registou um maior encerramento de escolas

Greve Nacional da Administração Pública

Esta segunda-feira ficou marcada pela greve nacional da administração pública. Em Oliveira de Azeméis, a grande maioria das escolas estiveram a funcionar dentro das normalidades.

No agrupamento de escolas Soares Basto, todas as escolas estiveram abertas, com apenas alguns docentes e não docentes a aderir à greve. “Só houve uma turma, na escola Comendador António da Silva Rodrigues, em Ul, que não teve aulas”, uma vez que a professora fez greve, segundo informou Paula Alexandra Silva, adjunta da diretora.

Relativamente ao agrupamento de escolas Ferreira de Castro, “a adesão do pessoal não docente foi significativa, levando à suspensão das atividades letivas de três escolas”, de acordo com Elisabete Tavares, diretora do agrupamento. As escolas que encerraram foi a própria da Ferreira de Castro, a do Outeiro e a de Lações.

Do agrupamento de escolas de Loureiro, de nove escolas apenas a do Brejo, em São Martinho da Gândara, esteve encerrada. De acordo com Ana Rio, diretora da escola, “há pessoas a aderir à greve, naturalmente”, no entanto, não foi o agrupamento todo.

Já as escolas do agrupamento de Fajões, a escola primária de Cesar, de Azagães e Fajões, e o jardim de infância e primeiro ciclo da escola de Macieira de Sarnes estiveram encerradas. Segundo Camilo Pinho, diretor do agrupamento de escolas, não houve professores a aderir, apenas não docentes. “A adesão dos funcionários em algumas escolas é muita, noutras é residual”.

No agrupamento de Cucujães, o cenário não difere. Tanto as escolas Ferreira da Silva, Largo da Feira e Bustelo estão a funcionar. A escola Comendador Ângelo Azevedo, só funciona o primeiro ciclo; pré-escolar, segundo e terceiro ciclos estão fechados, bem como as escolas Maria Godinho e Faria de Baixo. A de Picoto está a funcionar a meio gás “está a funcionar, apesar dos pais não terem levado as crianças”. De acordo com o diretor do agrupamento, António Figueiredo, a adesão à greve foi feita “fundamentalmente por funcionários”.

Quanto ao centro de saúde de Oliveira de Azeméis, segundo Rui Gonçalves, do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga, afirmou que ainda não tinha dados oficiais sobre a adesão à greve, no entanto, garantiu que “os serviços mínimos têm que ser sempre assegurados”. Todavia, algumas consultas poderão ter sido canceladas. Até ao fecho desta edição, não foi possível entrar em contacto com o centro de saúde de Oliveira de Azeméis.

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