A Fé deve de se apegar

Freguesias Cucujães

Na sua apresentação, pe. Artur de Matos contou com a presença de António Lopes (junta freguesia Cucujães), Fernando Lopes, (pres. jun. freg. S. Martinho da Gândara), Rui Luzes Cabral (vice-pres. e vereador da câmara) e pe. Adelino Ascenso (sup. ger. da Sociedade Missionária)

Padre Artur de Matos apresenta dois livros nas Jornadas Missionárias

Durante as Jornadas Missionárias, padre Artur de Matos, ex-pároco de Cucujães e atual de São Martinho da Gândara, apresentou os seus dois livros ‘A Fé ou se apega ou se apaga’ e ‘Vem comigo até dentro de nós, odor das bem-aventuranças’.

Joaquim Valente começou por apresentar os dois livros do pe. Artur de Matos, e afirma que estes são livros que se devem “ler, interiorizar, pensar, e não ler para chegar ao fim, mas ler para pensar”.

Padre Artur de Matos partilhou que estes dois livros são “à partida o princípio de mais três livros que estou a realizar”. Um deles já está escrito e intitula-se ‘Meu Cristo de barro e diamante’, que fala sobre a sua experiência missionária, em África.

Uma comunidade que se reuniu para homenagear pe. Artur de Matos

Todos os presentes reconheceram o impacto que o padre Artur teve nas suas vidas e na vida da comunidade.

António Lopes, em representação da junta de freguesia de Cucujães, começa por partilhar que o padre Artur ajudou-o a chegar a onde está hoje. “O padre conseguiu com que eu me apegasse [fé]”.

Fernando Lopes, presidente da junta de S. Martinho da Gândara, afirma que a junta “reconheceu o trabalho excelente efetuado junto da comunidade de Cucujães e, que, em São Martinho continua a fazer”.

Rui Luzes Cabral, vice-presidente e vereador da câmara, afirmou que são necessárias mais pessoas na política que também professem a palavra de Deus e que, “independentemente da religião que se professa, da raça e do sexo, as palavras justiça, paz, amor, solidariedade, acolhimento são, de facto, aquilo que devemos procurar”.

Padre Adelino Ascenso, superior geral da Sociedade Missionária da Boa Nova, começa por referir que as bem-aventuranças são as linhas para este caminho para o centenário. “Nós não podemos fugir ao risco. Um missionário nunca foge ao risco”.

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