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Pedro Marques*

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A requalificação das estradas no concelho de Oliveira de Azeméis é necessária — mas a forma como está a ser conduzida levanta sérias dúvidas quanto ao critério, à transparência e ao respeito pelos cidadãos.
Hoje, o que se verifica no terreno é difícil de compreender: há intervenções em ruas cujo estado não aparenta ser prioritário, enquanto outras, claramente mais degradadas e com riscos evidentes para a segurança rodoviária, continuam por resolver. Não sendo conhecidos publicamente os critérios que presidem à seleção das vias intervencionadas, esta realidade gera perplexidade e um sentimento crescente de injustiça.
A Câmara Municipal tem a obrigação de esclarecer, de forma objetiva e acessível, quais são os indicadores que determinam estas decisões. Com base em que critérios técnicos se estabelece a prioridade? Onde está o plano global, transparente e calendarizado, que permita aos munícipes perceber o que está a ser feito e o que falta fazer? A ausência dessa informação fragiliza a confiança e alimenta a perceção de arbitrariedade.
Mas as dúvidas não se ficam pelas escolhas. A execução das obras no terreno revela, em muitos casos, falhas evidentes de planeamento. A sinalização é frequentemente insuficiente ou pouco clara, não garantindo a devida antecipação dos condicionamentos. Há situações em que os condutores são confrontados com cortes de via ou alterações de circulação sem aviso adequado, criando riscos desnecessários. Também a gestão dos desvios levanta sérias reservas. Em vez de percursos devidamente definidos, sinalizados e comunicados com antecedência, o que se verifica são soluções pouco claras, que geram confusão, congestionamento e insegurança.
Ninguém contesta a necessidade de investir na rede viária. O que se exige é que esse investimento seja orientado por critérios claros, conhecidos e justificados, e que a sua execução respeite regras básicas de planeamento e informação. O PSD defende, por isso, a publicitação dos critérios de priorização, a apresentação de um plano de intervenção claro e a melhoria urgente da sinalização e comunicação das obras.
Oliveira de Azeméis não precisa apenas de mais obras — precisa de mais rigor, mais transparência e maior respeito pelos seus cidadãos.
*Presidente da Comissão Política do PSD e Vereador da Câmara Municipal de Oliveira de AzeméisA requalificação das estradas no concelho de Oliveira de Azeméis é necessária — mas a forma como está a ser conduzida levanta sérias dúvidas quanto ao critério, à transparência e ao respeito pelos cidadãos.
Hoje, o que se verifica no terreno é difícil de compreender: há intervenções em ruas cujo estado não aparenta ser prioritário, enquanto outras, claramente mais degradadas e com riscos evidentes para a segurança rodoviária, continuam por resolver. Não sendo conhecidos publicamente os critérios que presidem à seleção das vias intervencionadas, esta realidade gera perplexidade e um sentimento crescente de injustiça.
A Câmara Municipal tem a obrigação de esclarecer, de forma objetiva e acessível, quais são os indicadores que determinam estas decisões. Com base em que critérios técnicos se estabelece a prioridade? Onde está o plano global, transparente e calendarizado, que permita aos munícipes perceber o que está a ser feito e o que falta fazer? A ausência dessa informação fragiliza a confiança e alimenta a perceção de arbitrariedade.
Mas as dúvidas não se ficam pelas escolhas. A execução das obras no terreno revela, em muitos casos, falhas evidentes de planeamento. A sinalização é frequentemente insuficiente ou pouco clara, não garantindo a devida antecipação dos condicionamentos. Há situações em que os condutores são confrontados com cortes de via ou alterações de circulação sem aviso adequado, criando riscos desnecessários. Também a gestão dos desvios levanta sérias reservas. Em vez de percursos devidamente definidos, sinalizados e comunicados com antecedência, o que se verifica são soluções pouco claras, que geram confusão, congestionamento e insegurança.
Ninguém contesta a necessidade de investir na rede viária. O que se exige é que esse investimento seja orientado por critérios claros, conhecidos e justificados, e que a sua execução respeite regras básicas de planeamento e informação. O PSD defende, por isso, a publicitação dos critérios de priorização, a apresentação de um plano de intervenção claro e a melhoria urgente da sinalização e comunicação das obras.
Oliveira de Azeméis não precisa apenas de mais obras — precisa de mais rigor, mais transparência e maior respeito pelos seus cidadãos.
*Presidente da Comissão Política do PSD e Vereador da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis

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