Percentagens de execução baixíssimas

PSD-CDS/PP Autárquicas 2025

António João Santos é candidato à UFOAZ

> Candidato António João Santos (AD - pSD/CDS) critica o executiVo da UF oAZ

António João Santos, de 45 anos, engenheiro civil de profissão, estreou-se na política há quatro anos. Cumpriu o mandato como deputado municipal na bancada social-democrata e estas eleições encabeça a lista da AD candidata à Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de oliveira de Azeméis, Santiago de Riba-Ul, Ul, Macinhata da Seixa e Madaíl.

CANDIDATURA. “Devo confessar que o convite surge de uma forma natural e espontânea. Foi por vontade própria. Propus à Comissão Política abraçar este desafio, desta União de Freguesias, que é uma União exigente, que exige efetivamente uma visão estruturada, exige uma organização. Proponho-me a colaborar e envolver-me pessoalmente de forma a atingir um objetivo que é gerir esta união maior de freguesias.”

BANDEIRA. “Temos uma bandeira   no sentido de que  o papel de uma União de Freguesias começa na prestação dos serviços aos seus munícipes e essa é realmente a minha primeira preocupação. Sei que não se esgota aí, sei que vamos conseguir fazer coisas, mas havemos de as fazer depois de conseguirmos garantir que efetivamente conseguimos ajudar as pessoas no dia-a-dia. Essa é a função da Junta de Freguesia, é estar no dia-a-dia. Não valorizo uma eventual obra pontual para montra em detrimento daquilo que é a vida das pessoas”

ADVERSÁRIA. “Não há um final de ciclo, há uma continuação. É inegável. Vi por parte da doutora Fátima Ferreira, na entrevista que concedeu aqui,  que  estava solidária com aquilo que foi feito. Entendo que os atores podem efetivamente estar a mudar, mas existe uma linha com a qual as pessoas se continuam a identificar. ”

EXECUÇÃO. “Nós não podemos continuar com percentagens de execução na União de Freguesias baixíssimas. Para mim é muito mais exigente e muito melhor para os oliveirenses eu comprometer-me a dizer-lhe o seguinte: aquilo que eu disser que vou fazer é para ser executado. Não é uma questão de uma obra em concreto, é as obras que forem propostas são mesmo para fazer, são mesmo para executar e podermos chegar ao fim deste mandato e ter a obra feita, e ter a obra executada e deixarmos desta apresentação de projetos, de intenções, de ideias, de sonhos, que muitas vezes não acrescentam ao discurso político e acabam até inclusivamente por serem prejudiciais àquilo que deve ser a democracia. Nós devemos, enquanto políticos, ser julgados por aquilo que fazemos, não por aquilo que prometemos.”

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