30 anos de memória, emoção e futuro

Loureiro

A comunidade educativa celebrou os 30 anos da Escola Básica de Loureiro, recordando quem ajudou a construir a sua história.

Escola Básica de Loureiro

A Escola Básica de Loureiro celebrou 30 anos de vida numa cerimónia marcada pela emoção, pela memória e pelo reconhecimento de todos os que ajudaram a transformar um sonho da comunidade numa realidade que atravessa gerações.

O momento juntou antigos dirigentes, autarcas, professores, funcionários, pais e alunos, num regresso às origens de uma escola que nasceu no ano letivo de 1995/1996 e que, desde então, se afirmou como uma referência no território.

O vice-presidente da câmara municipal de Oliveira de Azeméis, Rui Luzes Cabral, destacou a importância da escola como conquista da comunidade e anunciou que está em curso a contratação de um projeto para obras de requalificação e ampliação. “Esta escola já precisa de obras, já precisa de ampliação”, afirmou, defendendo que Loureiro deve continuar a olhar para o futuro com ambição.

Albano Rocha, antigo autarca e primeiro presidente da Associação de Pais, recordou as dificuldades enfrentadas para garantir a construção da escola em Loureiro. “Não foi uma tarefa fácil”, admitiu, sublinhando que só com “muita perseverança” foi possível concretizar o projeto.

Uma das intervenções mais emotivas pertenceu à professora Maria Manuel Neves, presidente da Comissão Instaladora em 1995/1996. “Aquilo que eu fiz nesta escola foi talvez o trabalho mais importante que realizei em toda a minha vida”, afirmou, lembrando que quis a escola “como se fosse a minha casa”.

O presidente da Junta de Freguesia de Loureiro, José Queirós , reforçou a ligação entre escola e território: “A escola não é fechada em si própria, faz parte desta comunidade de Loureiro.” Já a diretora do Agrupamento de Escolas de Loureiro Ana Rio defendeu que, mesmo num tempo de inteligência artificial, “a escola não forma apenas profissionais, forma pessoas”.

A cerimónia terminou com o descerramento de uma placa comemorativa, símbolo de uma história feita de pessoas, afeto e futuro.

“Esta escola já precisa de obras, já precisa de ampliação”

Rui Luzes Cabral

“Não foi uma tarefa fácil” 

Albano Rocha

“Eu quis tanto a esta escola como se fosse a minha casa.” 

Maria Manuel Neves

“A escola faz parte desta comunidade de Loureiro.” 

José Queirós 

“A escola não forma apenas profissionais, forma pessoas.”

Ana Rio

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