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Correio de Azeméis

22 Jul 2026

33.º Festival do Folclore junta 4 grupos do Norte

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Liliana Tavares e Lúcio Aires apresentaram a 33.ª edição do Festival de Folclore, que decorre no dia 25 de julho, em Adães, na freguesia de Ul

Ul> Organizado pelo Rancho Folclórico Cravos e Rosas

Evento realiza-se a 25 de julho, em Adães, e reúne quatro grupos convidados numa noite dedicada à preservação das tradições populares.

O Rancho Folclórico Cravos e Rosas volta a celebrar a cultura popular portuguesa com a realização do 33.º Festival de Folclore, marcado para o próximo 25 de julho, no Largo da Capela de Adães, na freguesia de Ul. Integrado nas Festas em Honra de Nossa Senhora das Febres, o evento promete uma noite de música, dança e etnografia, reunindo grupos de diferentes pontos do país.
A receção aos grupos convidados e às entidades está marcada para as 18 horas, na sede da associação, seguindo-se o jantar-convívio na Cantina da Escola Soares Bastos. O desfile terá início pelas 21 horas e antecede o espetáculo, agendado para as 21h30.
Nesta edição, o Rancho Folclórico Cravos e Rosas recebe o Rancho Folclórico de Tábua, o Rancho Folclórico de Covas, o Grupo Folclórico de Aver-o-Mar, da Póvoa de Varzim, e o Grupo Folclórico de São Pedro de Castelões, de Vale de Cambra.
Antes das atuações, o grupo anfitrião voltará a apostar numa abertura encenada, recriando a expectativa vivida pelas populações na preparação das antigas festas em honra de Nossa Senhora das Febres. A iniciativa pretende transportar o público para o quotidiano de outros tempos e valorizar as tradições locais.
“Continuamos a precisar de trazer pessoas para apoiar o folclore, porque é manter vivas as tradições”, sublinha a presidente do Rancho Folclórico Cravos e Rosas, Liliana Tavares, destacando a importância de envolver a comunidade e as novas gerações na preservação deste património cultural.
Além da componente artística, a organização procura proporcionar um ambiente de convívio entre os grupos convidados, apostando numa receção que vai além da atuação em palco. “Gostamos que quem nos visita leve uma boa memória da nossa terra. Queremos que os grupos regressem a casa a pensar que estiveram num festival cinco estrelas”, afirma o vice-presidente Lúcio Aires, referindo que estas ligações fortalecem a rede de amizade existente entre os ranchos folclóricos.
Durante a apresentação do evento, os responsáveis abordaram também os desafios que o movimento associativo enfrenta no concelho. “O movimento associativo de Oliveira de Azeméis é muito forte, mas seria importante uma melhor gestão do calendário cultural para evitar a sobreposição de eventos”, defende Liliana Tavares, considerando que uma maior articulação entre associações permitiria aumentar a participação do público nas diversas iniciativas.
 

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