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Carlos Teixeira, CEO da CHETO, abriu a apresentação do rojeto PRODUTECH R3, onde destacou a importância da inovação aplicada em contexto industrial.
A inovação industrial e a transformação digital estão em destaque no open house que a CHETO promove hoje, nas suas instalações em Loureiro, com a apresentação do projeto PRODUTECH R3 e soluções desenvolvidas para tornar a indústria mais eficiente e preditiva.
“Transformar não é um conceito, é um processo exigente, contínuo e muitas vezes invisível" enfatizou Carlos Teixeira, CEO da CHETOCORPORATION, durante a abertura do segundo open house da empresa, que decorre ao longo do dia de hoje, dedicado à apresentação do projeto PRODUTECH R3.
A iniciativa reúne parceiros e convidados ligados ao setor industrial e tecnológico, num momento centrado na digitalização da indústria e na aplicação de soluções preditivas em contexto real. “Aquilo que hoje aqui apresentamos não é apenas um projeto, é o resultado de uma visão”, afirmou o responsável, sublinhando também “a execução consistente ao longo do tempo”.
No caso da empresa, o PRODUTECH R3 representa um investimento de cerca de 645 mil euros e dois anos de desenvolvimento contínuo. “A inovação verdadeira não nasce em apresentações. Nasce na fábrica”, destacou Carlos Teixeira, apontando o trabalho realizado diretamente no terreno, junto de equipamentos e dados reais.
O projeto permite a integração de recolha de dados em tempo real, análise avançada e algoritmos de machine learning, criando um sistema capaz de antecipar falhas, reduzir paragens e aumentar a eficiência das operações industriais. “Não queremos ser mais uma empresa de serviços. Queremos ser uma empresa que dá ao mercado valor acrescentado”, afirmou.
O evento conta com a presença de responsáveis da empresa e parceiros do projeto, entre eles representantes do INEGI.
Carlos Teixeira, CEO da CHETOCORPORATION:
“Aquilo que hoje aqui apresentamos não é apenas um projeto, é o resultado de uma visão.”
“Transformar não é um conceito, é um processo exigente, contínuo e muitas vezes invisível.”
“Este projeto representa um investimento direto de cerca de 645 mil euros. Mais do que o número, este valor traduz uma aposta clara: investir no futuro, antecipar tendências e criar soluções que respondam aos desafios reais da nossa indústria.”
“Passamos de um modelo tradicional, reativo, para um modelo inteligente e preditivo. Mas mais importante que a tecnologia é o impacto.”
“Nós não queremos ser mais uma empresa de serviços. Queremos ser uma empresa que dá ao mercado valor acrescentado. Portugal tem capacidade para desenvolver tecnologia industrial de ponta.”
“Não somos apenas utilizadores de tecnologia. Somos criadores. Projetos destes fazem-se com pessoas, com compromisso e com capacidade de discussão ao longo do tempo.”