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Pedro Marques juntamente com a sua equipa promete continuar a dar voz aos oliveirenses

Eleições para a comissão política do PSD de Oliveira de Azeméis

Decorreu neste sábado as eleições para a comissão política do PSD de Oliveira de Azeméis. Com uma lista única tanto para a comissão política de secção como para a mesa de assembleia de secção, Pedro Marques é reeleito presidente e Carla Rodrigues é a presidente eleita de mesa.

Após vitória, Pedro Marques afirma que esta representa “o sentido de responsabilidade e o espírito de união que o nosso partido tem e, portanto, estou muito satisfeito com este ato eleitoral que correu muito bem”.

Perspetivas para o futuro

“A nossa responsabilidade, o nosso compromisso é, de facto, dar esperança aos oliveirenses”, começa por afirmar Pedro Marques após questionado sobre as estratégias para as próximas eleições autárquicas de 2029. “Nós temos consciência absoluta de que temos uma equipa fantástica de gente que conhece bem Oliveira de Azeméis, que está mesmo disposta a dedicar-se às causas oliveirenses”. Acrescenta o sentido de responsabilidade inerente ao passado que os identifica “nós temos consciência de que Oliveira de Azeméis é muito a nossa marca, é muito a nossa referência”.

“Nós temos a noção clara de que o que se passa hoje não é aquilo que os oliveirenses merecem. Nós temos uma estratégia, temos um plano, temos consciência daquilo que nós temos de fazer para de alguma forma conquistarmos novamente o poder em Oliveira de Azeméis”. Para isso, apostou numa “equipa super coesa, fantástica, bem diversificada, de todos os quadrantes sociais e de todas as freguesias”.

Para concluir, Pedro Marques acrescentou que “temos a noção clara de que temos os melhores, temos os melhores players, temos os melhores políticos para de alguma forma podermos voltar a ter orgulho na nossa terra e é isso que nós vamos fazer”

Um executivo previsível

De acordo com Pedro Marques, o atual executivo não é composto por más pessoas, mas “não têm capacidade para olhar para o nosso concelho e perceber aquilo que verdadeiramente nos distingue, que nos valoriza, que nos pode fazer diferente”. Acrescenta ainda o facto de, atualmente, terem “um panorama muito favorável, eles têm condições financeiras que nós nunca tivemos, e eles hoje estão a perder oportunidades, nós hoje estamos a perder oportunidades para todos os concelhos à volta. Eu não tenho dúvidas nenhumas que estamos a falar de oito anos perdidos”.

Quanto à sua previsibilidade, o atual presidente da concelhia afirma “se nós olharmos bem para os últimos oito anos, tudo o que está a acontecer neste momento, neste executivo do Partido Socialista, é aquilo que estava mais que previsto nos dossiês da câmara municipal”.

Obras “faraónicas” e prazos por cumprir

Um dos exemplos que deu foi a obra do parque urbano. “É uma mega obra faraónica e, eventualmente, até da garagem do Justino, que também é um projeto que eu não consigo compreender, porque há tantas prioridades e se está a gastar ali milhões e milhões de euros, sabendo nós de que as obras acontecem, mas depois nada resulta”.

Outro exemplo que referiu foi o do TeMA que, de acordo com Pedro Marques, é um espaço ligado à cultura, mas que, no entanto, sente que “a casa da cultura não é a cultura de Oliveira de Azeméis. Ninguém se identifica, não há uma instituição, uma associação do nosso concelho, de nenhuma freguesia que se sinta bem-vinda na casa da cultura do Oliveira de Azeméis”.

Quanto às obras, “nós percebemos hoje que temos um empreiteiro na Câmara Municipal, mas dos piores empreiteiros que alguma vez podíamos ter. Não há um prazo que seja cumprido, não há um orçamento que seja cumprido. E nós perdemos o resto”. Acrescenta “nós hoje não sentimos nenhuma emoção ao sair (…) porque perdemos, de facto, a identidade do que é ser oliveirense”

Uma oposição que é a voz do povo

Mas nós somos a voz do povo. Aquilo que nos contam, aquilo que nos falam, aquilo que nos tocam é que, de facto, ‘não é isto que nós queremos. Não merecemos isto. Não merecemos mesmo isto’”, comenta.

Em resposta a estes desabafos dos oliveirenses, Pedro Marques afirma “nós vamos combater isso. Nós vamos voltar a dar orgulho e alegria àqueles que, de facto, são oliveirenses como nós”. Afirma ainda que “nós estamos aqui. Podíamos estar em casa, é verdade. Podíamos estar na paz, mas não. Continuamos a acreditar que os nossos ideais, aquilo que nós queremos para o concelho, pode transformar o nosso dia-a-dia. E é isso que nós estamos aqui todos os dias para combater. Esta inércia, esta falta de verdade. Para não dizer outra coisa, falta de verdade”.

Carla Rodrigues dá voz aos militantes

Sendo a primeira vez que se candidata a esta posição, apesar de ser militante há 35 anos, Carla Rodrigues afirma que este é um cargo “onde todos os militantes têm voz, onde todos os militantes podem expressar a sua opinião, dar sugestões, criticar, se for necessário, a Comissão Política e, portanto, é um órgão democrático, um órgão de eleição e um órgão que apoia a Comissão Política naquilo que é o seu trabalho de político em Oliveira de Azeméis”.

“Somos no fundo uma equipa que vamos garantir que o PSD de Oliveira de Azeméis tem voz, e a Comissão Política Concelhia ouve a voz das bases do partido Oliveira de Azeméis, para bem, obviamente, do nosso concelho”, remata.

Uma voz opositora, mas construtiva

Com uma lista onde existem mais mulheres e “sangue novo”, Helga Correia garante estar “certa de que vão ajudar o Pedro [Marques] a continuar a fazer o caminho que tem feito, que tem sido um caminho positivo. É uma oposição responsável, e é isso que se quer de um grande partido como o Partido Social Democrático”. Como coordenadora das mulheres sociais-democratas, Helga Correia tem, por inerência, um lugar na lista.

Com um lugar na assembleia municipal, e apesar de ainda estar em início de mandato, a coordenadora das mulheres sociais-democratas de Oliveira de Azeméis, faz um balanço positivo do papel da oposição. “Naturalmente que quando as coisas estão de alguma forma na linha, que é o pensamento do nosso partido, também dizemos que está correto e acrescentamos aquilo que entendemos que deve ser melhorado, mas ainda estamos no início do mandato”. Acrescenta que “ainda há muito caminho a percorrer, e aquilo que nós pretendemos na assembleia municipal é sermos um partido responsável, mas quando tivermos que chamar a atenção e puxar as orelhas ao executivo e aos colegas de bancada de outros partidos, naturalmente que o iremos fazer, mas sempre com o respeito da social-democracia, que é isso que nos traz aqui”

João Rebelo Martins cumpriu objetivo

Como presidente de mesa de assembleia cessante, João Rebelo Martins sente que cumpriu o objetivo. “O balanço que fazemos é positivo, cumprimos com o estipulado, discutimos várias perspetivas e pontos de vista. É isso que faz um partido, é um conjunto de pessoas que tem uma ideia de base idêntica, mas também divergem”. E é na assembleia militante que essas ideias são discutidas.

“Eu concordo, e defendo, que os lugares não são eternos. Eu gosto muito de cumprir o meu objetivo e partir para outro”. Posto isto, cumpriu o seu mandato, e agora outras pessoas devem continuar, não querendo dizer que exista u

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