2 Oct 2026
> LIXO & MONOS
Junto aos ecopontos, alguém deixou um colchão e outros materiais encostados aos equipamentos, como se bastasse pousá-los ali para o problema ficar resolvido.
Pode até haver quem ache que fez o correto: levou os monos até um ponto de deposição de resíduos e deixou-os “à mão” para serem recolhidos. Mas o procedimento não funciona assim.
Em Oliveira de Azeméis, a recolha de monos e resíduos volumosos deve ser previamente articulada com o município, com indicação do local e das condições de recolha. Só depois esses materiais devem ser colocados na via pública, nos moldes definidos para o serviço.
Ou seja, um colchão ao lado do ecoponto não é uma entrega formal para recolha. É apenas um colchão abandonado junto aos contentores, à espera que alguém resolva o assunto.
Além da imagem pouco agradável, este tipo de comportamento acaba por transformar zonas de ecopontos em pequenos depósitos improvisados. E quando existe um procedimento específico para os volumosos, custa perceber porque é que ainda se insiste em deixar tudo onde calha.
Talvez quem ali deixou o colchão até ache que cumpriu a sua parte. Mas pousar ao lado não chega.