22 Apr 2026
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Óscar Teixeira, presidente da Junta de Freguesia de Fajões, faz o balanço da sua gestão desde 2017
> Executivo foca novo mandato na proximidade e na valorização do espaço público
Após oito anos de um "esforço rigoroso de reestruturação administrativa", a Junta de Freguesia de Fajões anuncia o arranque de um novo ciclo governativo. Com a "dívida avultada herdada" oficialmente eliminada, o executivo afirma que o foco agora passa pela "manutenção eficiente da limpeza urbana" e pela conclusão de projetos estruturantes como o Centro Cívico e a requalificação do Monte de S. Marcos.
A Junta de Freguesia de Fajões está a iniciar uma nova etapa administrativa com o que classifica ser um cenário "radicalmente diferente do encontrado em 2017".
Depois de dois mandatos pautados pelo rigor orçamental, Óscar Teixeira, presidente da Junta de Freguesia, assegura que "a dívida avultada que herdámos foi eliminada", o que permite agora a implementação de uma estratégia centrada na "qualidade de vida direta dos cidadãos".
Segundo o líder do executivo, "depois de oito anos dedicados ao saneamento financeiro e a grandes infraestruturas, a Junta de Freguesia de Fajões vira a página".
O balanço: "Contas certas e obra feita"
Olhando para o percurso recente, o executivo faz um balanço positivo do trabalho realizado, destacando que os últimos oito anos ficaram marcados pela concretização de projetos "há muito esperados".
No plano das infraestruturas essenciais, a autarquia realça a extensão da rede de água e saneamento, a construção da Casa Mortuária, a edificação da escadaria de S. Marcos e a renovação dos edifícios escolares.
"Soubemos gerir os desafios financeiros constantes sem nunca deixar de investir nas pessoas e nas associações", sublinha o executivo, lembrando o reforço dos apoios diretos às coletividades locais e a criação de programas sociais de proximidade, como o "Cartão Bebé Nascimento" e o "Natal da Criança".
O futuro: Proximidade e eficiência no dia-a-dia
Com o equilíbrio das contas garantido, a Junta de Freguesia assume que "o novo desafio passa por uma gestão mais célere e eficaz do dia-a-dia da freguesia". Para atingir este objetivo, a autarquia planeia "aumentar o número de recursos humanos e renovar o equipamento operacional", uma medida que visa garantir uma "manutenção mais eficiente da limpeza urbana e das vias pedonais".
No que toca ao desenvolvimento urbano, o projeto do Centro Cívico é uma das prioridades absolutas. Após a criação da Casa das Coletividades, o executivo garante que "o projeto culminará com uma nova praça de lazer, saúde e bem-estar". Paralelamente, está prevista a "finalização da reestruturação da envolvente à Igreja Matriz", uma intervenção que inclui a Calçada da Igreja e o Caminho do Calvário, cujas obras deverão iniciar "brevemente".
Investimento estratégico no património e na economia local
O Monte de S. Marcos, ex-líbris da freguesia, continua no centro da agenda política. De acordo com a autarquia, "depois da construção da escadaria, a segunda fase prevê a renovação dos edifícios e do espaço de lazer para acolher eventos com maior qualidade", projeto que se encontra atualmente em "fase de estudo".
No setor económico, a Junta destaca a intervenção na Zona Industrial, afirmando que a reestruturação em curso vai "melhorar as condições de acesso às nossas empresas e a qualidade de deslocação dos nossos trabalhadores". Em termos de saneamento, o compromisso passa pela "conclusão da rede básica nos lugares da freguesia que não foram contemplados na primeira fase".
Rede viária: Plano de pavimentações em marcha
A melhoria das vias de comunicação continua a ser uma prioridade. O executivo revela que, após intervenções profundas para a instalação de redes de água, "brevemente terá início a pavimentação de mais dez ruas da freguesia".
Mais: a autarquia afirma que "já estamos junto da Câmara Municipal a trabalhar num novo pacote de pavimentações que contempla mais uma série de ruas a serem asfaltadas".
Para este “novo ciclo”, a Junta de Freguesia de Fajões reafirma o seu compromisso de "continuar a atrair investimento, mantendo o foco na educação, na formação e no apoio incondicional ao associativismo", mantendo a postura que diz ter sido a "prática comum deste executivo".