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Correio de Azeméis

2 Sep 2026

Festa da Mó esteve em risco, mas está garantida

Palmaz

Mariana Costa, Joana Marques, Madalena Silva e Hugo Oliveira integram esta comissão de festas que conseguiu compor um cartaz em dois meses

Palmaz> Festejos foram assegurados por uma equipa reunida há dois meses

A Festa em Honra de Nossa Senhora do Bom Despacho realiza-se de 5 a 7 de setembro, na Mó, em Palmaz. A comissão foi formada à última hora e apela agora à união entre Palmaz e Ferreiros.
A Festa em Honra de Nossa Senhora do Bom Despacho realiza-se de 5 a 7 de setembro, na Mó, em Palmaz, depois de uma comissão reunida há cerca de dois meses ter assegurado os festejos. A realização chegou a estar em dúvida, por falta de pessoas para assumir a organização.

À última da hora
“Este ano fomos quase todos de paraquedas”, explicou Hugo Oliveira. As pessoas inicialmente nomeadas acabaram por não avançar e foi formada uma equipa “para não deixar perder a festa”.
A preparação religiosa começa a 2 de setembro, com terço às 19h00, prolongando-se até dia 4, quando será seguido de missa. No domingo há missa solene, às 11h00, e procissão, às 17h00, acompanhada pela Associação Filarmónica de Óis da Ribeira.
A animação começa no sábado, às 22h00, com Uskadabila, grupo que, segundo Hugo Oliveira, ainda não tinha atuado no distrito de Aveiro. No domingo atua o grupo H&N e, na segunda-feira, o grupo One. Antes, a partir das 14h00, haverá tarde infantil com palhaço e insufláveis, confirmou Madalena.
Hugo Oliveira classificou a preparação como “uma corrida contra o tempo”. A comissão conseguiu 98 patrocinadores e mantém o peditório. Algumas bandas inicialmente pretendidas já tinham agenda preenchida para as datas da  festa.
Joana, Mariana e Madalena são dos elementos têm a cargo a componente religiosa, depois de já terem integrado a organização há dois anos. A comissão admite acrescentar animação ao programa, mas essa possibilidade depende ainda da angariação de fundos.

Palmaz e Ferreiros chamados a criar grupo comum
A festa envolve os lugares de Palmaz e Ferreiros, mas a comissão reconhece uma rivalidade antiga. Hugo Oliveira defende que a continuidade dos festejos passa por criar uma equipa permanente com pessoas dos dois lados.
“A grande parte da solução era arranjar um grupo de pessoas de Ferreiros e um grupo de pessoas de Palmaz, juntarem-se todos e fazer uma comissão de festas”, afirmou. Mariana admite que a tradição das nomeações, habitualmente dirigida a homens casados e raparigas solteiras, pode dificultar a renovação.
Há dois anos, a comissão alterou o percurso da procissão, dispensando uma escadaria e levando o cortejo pelos dois lados. A mudança, inicialmente recebida com reservas, acabou por recolher comentários positivos.

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