Eram cerca das 8h30 desta segunda-feira quando o contentor subterrâneo destinado ao cartão foi içado junto à Praça da Cidade. Visto fora do chão, o equipamento impressiona pela dimensão. Ainda assim, a frequência com que precisa de ser esvaziado deixa a sensação de que, para a quantidade de resíduos produzida naquela zona, continua a não chegar.
Durante a operação registava-se a presença de dois trabalhadores na estrada, enquanto o braço mecânico da viatura retirava o contentor do subsolo e o posicionava para a descarga. O processo mostra que estes equipamentos exigem uma recolha cuidada e ocupam temporariamente parte da via.
Se um contentor desta dimensão enche com facilidade, a resposta parece passar menos por aumentar o tamanho e mais por reforçar a frequência da recolha. Neste caso era cartão. Quando chega a vez do lixo indiferenciado, o problema torna-se ainda mais evidente — e, por vezes, também mais difícil de suportar pelo cheiro.