8 Feb 2026
Manuel Almeida, mandatário concelhio de André Ventura, votou de manhã em Cucujães
Eleições Presidenciais 2026 | 2.ª volta
O movimento registado na manhã da segunda volta das Eleições Presidenciais de 2026, em Cucujães, foi considerado semelhante ao de atos eleitorais anteriores. À margem da sua ida às urnas, na EB 2,3 Dr. Ferreira da Silva, o mandatário concelhio da candidatura de André Ventura, Manuel Almeida, comentou o impacto das condições meteorológicas, admitiu que um adiamento do sufrágio poderia ter sido sensato e sublinhou a importância da participação cívica.
De acordo com Manuel Almeida, o cenário registado no local de voto onde exerce o seu direito foi semelhante ao observado tanto nas legislativas como na primeira volta das presidenciais. Apesar das dificuldades sentidas noutros pontos do país devido ao mau tempo, o mandatário assegurou que, no concelho, “as mesas de voto estão a funcionar todas dentro da normalidade”.
Ainda assim, reconheceu que, a nível nacional, há cidadãos que não estão “mentalmente preparados” para votar, devido aos constrangimentos provocados pelas intempéries, embora tenha reforçado que o voto continua a ser “um direito e também um dever”.
Mau tempo e a hipótese de adiamento
Questionado sobre a possibilidade de adiamento da votação, Manuel Almeida afirmou que, do ponto de vista do bom senso, essa poderia ter sido uma solução adequada. Contudo, lembrou que a lei não o permite fora de contextos muito específicos, como a declaração de estado de calamidade.
Referiu ainda que apenas “oito ou nove concelhos” reuniam condições excecionais, não sendo esse o caso de Oliveira de Azeméis, o que inviabilizou qualquer decisão de adiamento generalizado.
Expectativas e apelo à participação
Sem avançar previsões quanto ao resultado final, o mandatário mostrou-se mais preocupado com os níveis de abstenção, desejando que estes se mantenham “baixos ou equiparados” aos da eleição anterior, que classificou como “os mais baixos dos últimos 20 a 25 anos”.
Manuel Almeida defendeu que, mesmo num contexto adverso, a realização do ato eleitoral reforça a consciência coletiva sobre a importância das instituições, lembrando que está em causa “a eleição do mais alto cargo da Nação”.
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“Comparado com eleições anteriores, o movimento aqui é praticamente idêntico, tanto às legislativas como à primeira volta das presidenciais. A esta hora, o cenário é mais ou menos o mesmo.”
— Manuel Almeida, mandatário concelhio da candidatura de André Ventura
“Muito sinceramente, olhando ao bom senso, as eleições deveriam ter sido adiadas pelo menos uma semana ou quinze dias. Agora, olhando para a lei, isso não é permitido fora de situações muito específicas.”
— Manuel Almeida
“Aqui no nosso concelho, felizmente, não se verificam grandes constrangimentos. As mesas de voto estão a funcionar todas dentro da normalidade.”
— Manuel Almeida
“As pessoas, em muitos casos, não estão mentalmente preparadas nem com a cabeça para votar, mas é um direito que têm e é também um dever que devem cumprir.”
— Manuel Almeida
“Não vou fazer antevisões. Prognósticos só depois do jogo. O que espero é que a abstenção se mantenha baixa ou, pelo menos, não aumente muito.”
— Manuel Almeida
“Esta eleição serve para eleger o mais alto cargo da Nação. É importante que cada um vote em consciência, mas que saia de casa e exerça o seu direito.”
— Manuel Almeida