Na Rua D. Luís I, já na transição entre Oliveira de Azeméis e Macinhata da Seixa, ficou pelo caminho um pedaço de passeio que hoje obriga os peões a fazer aquilo que nunca deviam ser forçados a fazer: caminhar pela estrada. Já lá vão dois anos que a obra avançou, parou, mais tarde retomou e, nesse processo, deixou para trás aquele toço que se vê na imagem, sem continuidade num dos lados da via.
O problema agrava-se porque, embora exista passeio no lado oposto, não há passadeiras naquela zona, que fica perto de uma curva com visibilidade reduzida. Ou seja, quem ali passa a pé fica encurralado entre a falta de continuidade pedonal e uma estrada que, com o asfalto recente, também convida a velocidades mais altas.
A situação deixa ainda outro travo amargo: depois das obras de saneamento na envolvente, havia a expectativa de que a infraestrutura chegasse finalmente àquela zona. Mas o asfaltamento foi feito e o saneamento ficou à porta. Resultado: ficou um passeio incompleto à vista e um sonho básico adiado debaixo do chão.