15 Jul 2026
> Helga Correia garante
A deputada do PSD Helga Correia afirmou no Parlamento que a Prestação Social Única potencia a criação de um projeto de vida que conduza à autonomia das pessoas. Numa audição à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, a parlamentar social democrata defendeu que o novo regime vai permitir de forma mais rápida e eficaz combater a pobreza.
“Esta reforma vem proteger os cidadãos em situações de desemprego, parentalidade, velhice, invalidez, viuvez e orfandade. Será um grande avanço ao nível da proteção social” – vincou Helga Correia na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, elogiando o consenso no Parlamento em torno da PSU, que disse aguardar “com expectativa porque vai responder a muitas dúvidas que ocorrem hoje junto das pessoas”.
Na audição a Maria do Rosário Palma Ramalho, Helga Correia saudou o Governo “pela capacidade de harmonizar no novo regime” da PSU, lamentando “o ruído e as muitas falsidades que foram sendo difundidas ao longo deste processo e que em nada contribuem para o esclarecimento das pessoas”. Em jeito de resposta, a deputada aveirense questionou a governante sobre se a PSD vem garantir dignidade nos momentos de vulnerabilidade e sobre se é ou não é verdade uma forma mais rápida e eficaz de combate à pobreza.
“Ao contrário da visão de alguns partidos, que reduzem a proteção social à atribuição de subsídios, esta reforma assenta numa visão mais ampla: proteger, mas também promover a autonomia, a inclusão social e a participação ativa das pessoas” - atirou Helga Correia, destacando que a PSU “vem criar condições para o regresso ao mercado de trabalho, através da sua qualificação, para a melhoria de rendimentos e vem capacitar para a construção de um projeto de vida com vista à sua autonomia”.
A deputada do PSD destacou, na ocasião, que as pessoas com deficiência “não ficam desprotegidas” com a criação da PSU, mantendo-se o que está atualmente na lei, saudando que o Governo se mantenha “comprometido com o reforço da inclusão, da autonomia e da participação plena na vida cultural e social”.