24 Jul 2026
Há lixos que ficam fora do caixote e há outros que, mesmo depois de recolhidos, continuam a deixar marca. Desta vez, o cenário está em frente às Finanças, no Edifício Rainha, em pleno coração de Oliveira de Azeméis.
Na zona dos ecopontos, o problema não é um monte de sacos ou cartão abandonado, mas o rasto escuro deixado na calçada depois do despejo. A mancha espalha-se pela zona de passagem e mostra outra face da limpeza urbana: não basta recolher, é preciso deixar o espaço em condições.
Num ponto central, visível e muito frequentado, uma lavagem do pavimento não seria luxo; seria apenas o remate normal de uma operação de recolha. Quando o despejo resolve um problema e cria outro, a rua fica a meio caminho entre o serviço feito e o serviço por acabar.