Eduardo Costa, que assina parte da sua obra literária como António Eco, autografou “Pecado no Orfanato” durante as Festas de La Salette, numa iniciativa que esteve também associada ao apoio à recuperação do órgão de tubos da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis.
Eduardo Costa, que assina parte da sua obra literária com o pseudónimo António Eco, realizou uma sessão de autógrafos de “Pecado no Orfanato” durante as Festas de La Salette. O romance transporta o leitor para o período posterior à Guerra Civil de Espanha e a iniciativa esteve também associada ao apoio à recuperação do órgão de tubos da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis.
Entre a animação das Festas de La Salette houve também espaço para os livros. Eduardo Costa esteve no Parque de La Salette para uma sessão de autógrafos de “Pecado no Orfanato”, romance que publicou sob o pseudónimo António Eco.
A obra parte de uma situação real ocorrida no período posterior à Guerra Civil de Espanha, ainda que o autor a desenvolva através da ficção. Eduardo Costa enfatiza que o episódio que está na origem do livro não foi isolado e representa muitas outras situações semelhantes ocorridas naquele período da história espanhola.
“É um romance de uma situação verdadeira que aconteceu, uma ação real”, explicou, acrescentando que o caso retratado se multiplica por muitos outros episódios idênticos daquele período.
A Guerra Civil de Espanha e as suas consequências constituem uma área à qual Eduardo Costa tem regressado na escrita. O autor revelou ter já três obras relacionadas com aquele período da história da Península Ibérica, que considera particularmente importante para compreender um passado relativamente próximo e acontecimentos que marcaram várias gerações.
“Pecado no Orfanato” juntou-se, assim, aos livros que estiveram em destaque durante a presença do Correio de Azeméis nas festas, permitindo também um contacto direto entre autor e leitores através da sessão de autógrafos.
A passagem do livro por La Salette teve ainda uma vertente ligada ao património religioso local. A sessão de autógrafos esteve associada ao apoio à recuperação do órgão de tubos da Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis.
Durante a iniciativa, Eduardo Costa apelou à participação dos visitantes, sublinhando que a aquisição do livro permitia simultaneamente contribuir para uma causa que pretende devolver à utilização um instrumento histórico da Igreja Matriz.
A recuperação do órgão de tubos é uma causa à qual Eduardo Costa quis associar-se e que também marcou a presença do Grupo Correio de Azeméis nas Festas de La Salette.
“ECO DE EDUARDO COSTA. ANTÓNIO FUI BUSCÁ-LO A UM POETA QUE MUITO APRECIEI” “Eco vem de Eduardo Costa. E António, aquele nome de António Caixeiro, foi um poeta que eu muito apreciei na vida e fui buscar o nome de António. Não me quero equiparar aos grandes poetas, naturalmente, mas fica bonito. Também já publiquei poesia, embora este livro seja um romance de ficção.” António Eco, escritor
“CONHECER ESTA HISTÓRIA AJUDA-NOS A NÃO REPETIR O PASSADO” “Gosto muito de escrever sobre este período da história da Península. Tenho já três livros sobre esse tempo, com situações muito interessantes para investigarmos e conhecermos melhor uma história que vamos esquecendo. Esquecer o nosso passado bom é bom e esquecer o mal também é bom para não o repetirmos.” Eduardo Costa
UMA CAUSA ASSOCIADA AO LIVRO “Convido as pessoas a virem até este parque magnífico, cheio de sombra, a autografarem o livro e a contribuírem para uma causa nobre, que é um órgão de tubos para uma Igreja Matriz.” Eduardo Costa