3 Jun 2026
Ana América voltou a mostrar a arte do tear, um trabalho manual que mantém por gosto e que ajuda a preservar memórias de outros tempos
Ana América
Ana América levou ao Mercado à Moda Antiga a arte do tear, uma prática que aprendeu ainda jovem e que mantém sobretudo por gosto.
A artesã reconheceu que transportar equipamentos e demonstrar o ofício exige esforço e não garante rendimento compensador, mas sublinhou o orgulho em continuar a mostrar uma técnica manual que atravessou gerações.
Certificada como artesã desde 2005, Ana América explicou que este é um trabalho que depende de paciência, tempo e conhecimento acumulado, valores difíceis de medir apenas pelo dinheiro.
Presença habitual no Mercado desde as primeiras edições, mostrou-se satisfeita com o espaço no Jardim Público e com a oportunidade de voltar a apresentar ao público uma arte que resiste mais pela dedicação do que pela rentabilidade. No fundo, o tear tornou-se mais do que ferramenta: é memória em movimento.