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Correio de Azeméis

4 Jun 2025

Almerinda Santos lança-se na literatura

Loureiro Freguesias

Autora escreveu o livro com o auxílio das memórias dos seus irmãos

Loureiro> Primeiro livro lançado no dia 04 de junho

A artista plástica oliveirense, Almerinda Santos, editou o seu livro de estreia no mundo da literatura. “E a minha vida deu um livro” é o nome do trabalho que resultou de um sonho antigo da mãe autora, que Almerinda não quis deixar esquecido. Em tempo recorde, apenas dois meses, a autora teve a ideia, procurou ajuda junto das editoras e publicou o livro que será lançado amanhã, dia 04 de junho, no Auditório da Junta de Freguesia de Loureiro, pelas 21h.

Cumprir o sonho da mãe. “O sonho da minha mãe era precisamente escrever um livro sobre a sua vida, porque não foi fácil ficar viúva aos 30 anos com sete filhos, o mais novo com um mês e eu tinha dois anos. Ela queria deixar a sua história escrita para os filhos e para os netos. Lancei-me a fazer a vontade dela e acho que ela deve ter dado uma ajudinha.”

Sonho executado em tempo recorde. “Um dia acordei tão bem disposta e pensei logo na minha mãe, mas não consigo explicar o porquê. A partir daí contactei várias editoras e foi assim relâmpago, tudo feito num espaço de dois meses.”

A luta até à edição.  “O livro é sobretudo uma homenagem à minha mãe, com memórias minhas e dos meus irmãos. Incluímos várias histórias que se passaram e, realmente, dá para rir.  Eu era muito marota e posso dar um exemplo. Ia à loja do Sr. Bastos e via como ele embrulhava os rebuçados S. Braz para a tosse em cartucho. Gostava muito daquilo e queria ter, mas não tinha as posses monetárias para tal. Uma vez fui lá à loja e pedi 25 tostões de rebuçados e mandei apontar no livro do Padre Paiva. Pouco depois, estava a sair da missa com a minha mãe e o Padre chamou-nos e confrontou-me com aquilo, fiquei atrapalhada e assustada e aprendi a lição. 

Pintura é a verdadeira paixão. “Gosto muito de escrever, mas nem sempre estou com disposição para o fazer. Prefiro muitas vezes transmitir para o papel aquilo que me vai na alma com uma linha, um traço, as cores, que têm muito que ver com o nosso estado de espírito. Enquanto que na literatura tem que ser tudo muito sério."

 

 

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