Candidato defende identidade, habitação e coesão social

Pinheiro da Bemposta Palmaz CDU Travanca Autárquicas 2025

Armando Morais

> Armando Morais (CDU - PCP/PEV) candidato à UF do Pinheiro da Bemposta

Armando Morais, militante do PCP e candidato à Assembleia de Freguesia pela CDU à União de Freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz, garante que a sua candidatura “não é um projeto individual, mas de um coletivo”. Com um discurso centrado na identidade, na habilitação e na coesão social, o candidato promete dar voz às populações e afirma-se disponível para construir uma União “mais justa e solidária”.

 

PERCURSO PESSOAL E MILITÂNCIA. “Tenho 59 anos, nasci no Porto e cresci em Vila Nova de Gaia. Mais tarde fixei-me, com a minha esposa, em Oliveira de Azeméis. Comecei a trabalhar aos 16 anos e concluí os estudos em regime noturno. Venho de uma família operária e desde cedo senti necessidade de intervir na sociedade. Essa consciência levou-me a movimentos cívicos, ao associativismo e, mais tarde, à militância no PCP. Hoje sou membro da Comissão Concelhia de Oliveira de Azeméis e encabeço esta lista pela CDU. Mas quero deixar claro: isto não é um projeto individual. Aceitei a honra de ser cabeça de lista, mas somos um coletivo.”

DIAGNÓSTICO DA UNIÃO DE FREGUESIAS. “A agregação das freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz retirou qualidade de vida às populações. Serviços essenciais como CTT, multibancos ou centros de saúde desapareceram e ficaram concentrados. É um território rural, disperso, e muitos idosos não têm transportes públicos para se deslocarem. Não é aceitável que quem vive com uma reforma mínima tenha de pagar um táxi para ir ao médico ou às compras.”

IDENTIDADE E DESAGREGAÇÃO. “Existe um sentimento forte de insatisfação em Palmaz e Travanca. As pessoas sentem-se zangadas pela decisão de agregar as freguesias, sem que a sua vontade fosse ouvida. Há quem queira recuperar a identidade das freguesias, voltar a ter representantes próximos que defendam as suas aspirações. Essa será uma das nossas bandeiras.”

HABITAÇÃO E JUVENTUDE. “O problema da habitação é transversal e crítico. Os preços são incomportáveis para a maioria das famílias e falta oferta pública de qualidade. Defendemos que o município e a União de Freguesias devem canalizar fundos, como o PRR, para construir habitação digna e acessível. E para fixar jovens é preciso ir além: oferecer cultura, apoiar associações e criar pontos de atratividade na comunidade.”

ENVELHECIMENTO E COESÃO SOCIAL. “Preocupa-me a terceira idade, mas também os jovens. O futuro constrói-se respeitando o passado, vivendo o presente e projetando o futuro. Queremos criar a figura de um facilitador social, que identifique de imediato as necessidades dos mais isolados e os apoie. Só assim conseguiremos uma freguesia coesa, solidária e com qualidade de vida.”
 

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