10 Feb 2026
Uma utente contou ao Correio de Azeméis que uma parte do teto desabou
O mau tempo que se fez sentir esta terça-feira provocou estragos um pouco por todo o concelho e deixou o edifício do Centro de Saúde de Oliveira de Azeméis inundado. A situação afetou sobretudo a Unidade de Saúde Familiar La Salette, situada no 1º andar daquele prédio, deixando a sala de espera e alguns gabinetes de consulta e de enfermagem inoperacionais para receber os doentes.
Na origem da inundação na Unidade de Saúde Familiar La Salette, no Centro de Saúde de Oliveira de Azeméis, terão estado “algumas infiltrações que se foram intensificando” na sequência do mau tempo que tem assolado o país nos últimos dias, com várias depressões e tempestades e com maior incidência na manhã desta terça-feira.
Ainda de acordo com informações prestadas pelo gabinete de comunicação do Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga (CHEDV), o Centro de Saúde manteve-se em funcionamento durante o dia desta terça-feira “embora com algumas limitações”. “O edifício pertence à gestão da câmara municipal e estamos em conversações para resolver a situação o mais rápido possível”, garantiu a mesma fonte do CHEDV.
Uma das utentes que esteve no Centro de Saúde na manhã desta terça-feira e foi atendida para a consulta logo na primeira hora de funcionamento, revelou ao Correio de Azeméis que uma parte do teto teria desabado, o que provocou uma “grande inundação” na maior sala de espera da Unidade de Saúde Familiar La Salette e nos gabinetes de atendimento dessa mesma zona.
“Pelo que percebi, as consultas marcadas para depois das 9 horas foram adiadas por falta de gabinetes. Pelo menos um senhor que já estava no Centro de Saúde teve a sua consulta adiada. Outras consultas foram adiadas através de um telefonema”, contou ao Correio de Azeméis uma das utentes que esteve, esta manhã, no Centro de Saúde.
Fonte da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis confirmou ao nosso semanário que a autarquia já tem conhecimento desta ocorrência e que elementos camarários já estiveram no local a avaliar a situação e a proceder à reparação possível neste momento. "Vamos intervir de forma mais profunda assim que houver condições de segurança, o que não se verifica neste momento", garantiu a mesma fonte.