Dia Mundial da Saúde Mental com evento inspirador

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Um dos workshops levados a cabo na Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa...

> ESSNCVP assinalou efeméride

A Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa (ESSNCVP)  assinalou o Dia Mundial da Saúde Mental com a realização de um evento inspirador: “Saúde Mental em Diálogo: Arte, Reabilitação e Cultura”, na manhã de sexta-feira, dia 10 de outubro. 
A instituição escolar costuma todos anos marca efeméride com a realização de várias iniciativas, mas este ano a data ganhou um relevo especial, sublinhou António Ferreira, vogal do conselho de direção da ESSNCVP, por ter contado com o apoio essencial do Serviço de Reabilitação Psicossocial do Hospital Magalhães Lemos – ULS Santo António.
Esta iniciativa foi integrada no  Programa Colaborativo de Implementação de Serviços de Saúde Mental e Bem-Estar para Estudantes de Saúde. 
A comunidade académica reuniu-se para um dia de reflexão intensa sobre o papel transformador da arte, da reabilitação e da cultura na promoção do bem-estar mental .Foi um dia de partilha e prática, com destaque para os workshops "Entre Mãos e Mentes: Modelar a Reabilitação", "Relaxamento em ação" e "Expressão Dramática & Saúde Mental".
“ A ideia deste projeto é promover a saúde mental dos estudantes no Ensino Superior. porque sabemos que a transição que existe entre o ensino secundário e integrar o ensino superior muitas vezes desencadeia aqui algumas dificuldades, algumas reações que são expectáveis e naturais, mas outras que podem trazer algum sofrimento, alguma preocupação aos estudantes”, explicou Joana Coelho, coordenadora do Gabinete de Apoio ao Estudante e mentora do evento 
Com este tipo de iniciativa há uma intenção de realçar a importância da saúde mental e continuar a quebrar os estigmas que a rodeiam. Um dos workshops, de produção de cerâmica, foi ministrado por pessoas com experiência de doença mental.
 “As pessoas com doença mental grave costumam ser sempre muito menorizadas e muito desvalorizadas.  Há muito uma ideia subjacente na sociedade, e também nos próprios profissionais de saúde,  de que estas pessoas têm as competências muito em causa. E o facto de nós termos aqui um grupo de pessoas com experiência de doença mental grave  a fazerem o papel de professores destes alunos, na verdade, acaba por contribuir muito, até para a autoestima das próprias pessoas.  As pessoas que estão como formandas nos workshops acabam, muitas vezes, por ficar admiradas e perguntam se aquelas pessoas são mesmo doentes”, sublinhou José João Silva, enfermeiro gestor do Serviço de Reabilitação Psicossocial da ULS Santo António.
 

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