Educar no presente para as profissões do futuro

Concelho

O projeto, apesar de se aplicar a todos os alunos, desde o 9º ano, é essencialmente voltado para os cursos profissionais

A Escola Secundária Ferreira de Castro apresentou pela segunda vez o painel 'Educar no Presente para as profissões do Futuro.' Este painel pretende mostrar a visão sobre o futuro da educação articulando com a Tecnologia, Ciência, Empregabilidade e Perfil de competências do século XXI. Esta atividade plurianual é concebida neste registo de forma a acompanhar o mundo global.  “O conhecimento continua a desenvolver-se a cada momento, a cada segundo, novas competências são exigidas aos nossos alunos.” Com vista em enriquecer os alunos para o futuro mercado de trabalho este programa pretende ser apresentado também ao Ensino Superior e a associações empresariais, trazendo testemunhos de empresários da região de Oliveira de Azemeis.

“É necessário desenvolver-se cada vez mais as softskils mas também as competências sociais e pessoais e o trabalhar em rede, que é muito importante, não estarmos apenas no nosso buraquinho e aprender ao longo da vida e ao longo do trabalho.”
Ilda Ferreira, diretora do Agrup. Escola Ferreira de Castro

“A importância de nós estarmos aqui tem a ver com permitirmos à escola adaptar-se, conseguir-se adaptar porque eu acho que quem se deixa de adaptar em algum momento da vida estagna e parar é morrer, usando o velho ditado.”
Bernardo Silva, NATIGAM

“Este encontro foi importante no sentido em que transmiti o que é que nós estamos à espera dos estudantes do ensino secundário.  Focamos mais no tópico das softsklis pois é uma lacuna que sentimos nos estudantes, quando chegam ao ensino superior não tem essas competências, estamos a falar da capacidade de comunicação, empatia, trabalho em grupo.”  
Constantino Martins, professor no ISEP

“Eu penso que este tipo de iniciativas é imporante até para os estudantes do secundário que se espera que vão avançar nos estudos, tenham uma ideia do que é que poderão esperar no ensino superior, quais serão as expectativas, quais serão também as saídas profissionais e quais serão eventualmente as dificuldades que poderão encontrar.”
Luís Faria, professor no ISEP

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