Empresários da ZI de Loureiro não foram ouvidos

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> QUEIXAS SOBRE FALTA DE COMUNICAÇÃO por parte da câmara

As obras na Área de Acolhimento Empresarial de Ul/ Loureiro tiveram início em abril de 2021, com uma previsão de conclusão em cerca de oito meses. No entanto, para além de, passado quase um ano, a requalificação ainda não estar concluída, e com as chuvas o acesso se ter transformado num autêntico lamaça, os empresários queixam-se da falta de comunicação por parte da autarquia.

“A obra começou sem qualquer planeamento e sem comunicação com moradores e empresários da zona”, referiu o proprietário da Lasertig e da Inovbetão, Albino Soares. Também Carlos Teixeira, proprietário da CHETO, remete algumas queixas à câmara municipal, uma vez que, com uma “intervenção desta envergadura”, “os empresários não foram chamados a emitir qualquer parecer, não foram informados quanto aos prazos ou inclusivamente sobre a solução”. “Sinto que há uma falta de sentido democrático e de participação neste processo”, confessou o empresário. 
Por fim, o proprietário da Covema, Armando Gomes, também não compreende a falta de comunicação e “consideração”. “Não serei o único a indignar-me com a forma como estamos a ser tratados pela autarquia (…) Não se faz o que nos estão a fazer”, afirmou. 

Obra “parece que vai decorrendo” 
Segundo informações recolhidas pelo Correio de Azeméis, entretanto as obras na Área de Acolhimento Empresarial de Ul/ Loureiro retomaram.  Segundo o proprietário da CHETO, Carlos Teixeira, passado mais de um mês de paragem, voltou a ver-se na zona “trabalho”. 

Empresários não compreendem o porquê de não trabalharem apenas numa via de cada vez
A obra de requalificação que decorre na Área de Acolhimento Empresarial de Ul/ Loureiro está a condicionar o trânsito em ambas as vias de trânsito do local, não deixando nenhuma livre para circulação. Os empresários consideram a situação “incompreensível” . “Não percebo porque é que não estão a trabalhar apenas numa fiaxa da estrada e não deixam a obra livre para circulação num dos lados”, referiu ao Correio de Azeméis proprietário da Lasertig e Inovbetão, Albino Soares.

 

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