ETAR’s classificadas como perigo ambiental

Reuniões de Câmara e Assembleia Municipal Concelho

Atualmente decorre um aviso de 45 milhões de euros para a requalificação das sete ETAR’s que foram consideradas como passivos ambientais graves, verbas que, de acordo com Joaquim Jorge, presidente da câmara municipal, os autarcas da Associação de Munícipios das Terras de Santa Maria consideram “que são claramente insuficientes para aquilo que são as necessidades que nós temos e que os outros munic

>Ossela e Salgueiro com provável financiamento do estado

A informação foi avançada durante a última reunião de câmara pelo presidente da câmara municipal, Joaquim Jorge, após ter sido questionado pela vereadora do PSD, Carla Rodrigues, sobre qual o tema da reunião que os presidentes dos Munícipios da Associação de Munícipios das Terras de Santa Maria tiveram com a Ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho e com o Secretário de Estado do Ambiente, Emídio Sousa.

O edil avançou que os presidentes dos Munícipios da Associação de Munícipios das Terras de Santa Maria estiveram reunidos com a Ministra do Ambiente, para debater o assunto das redes de água e saneamento, nomeadamente as ETAR’s.
“Naquilo que diz respeito à rede de água e saneamento em alta, as nossas duas ETAR’s, do Salgueiro e de Ossela, fazem parte do conjunto de sete ETAR’s que foram classificadas como passivos ambientais graves e que precisam de requalificação urgente”, afirmou o edil oliveirense.

Apoio de 45M de euros para estimativas orçamentais de 70M
Atualmente decorre um aviso de 45 milhões de euros para a requalificação das sete ETAR’s que foram consideradas como passivos ambientais graves, verbas que, de acordo com Joaquim Jorge, presidente da câmara municipal, os autarcas da Associação de Munícipios das Terras de Santa Maria consideram “que são claramente insuficientes para aquilo que são as necessidades que nós temos e que os outros municípios têm”, acrescentando que “o estimativo orçamental para as duas ETAR’s de Oliveira de Azeméis são 39 milhões de euros, a estimativa orçamental para a ETAR da Maia é 30 milhões de euros. Portanto, só estas três ETAR’s apresentam cerca de 70 milhões de euros para um aviso de 45 milhões de euros”. Os dois municípios referidos foram os primeiros a apresentar os projetos de execução e as estimativas orçamentais concluídas na primeira fase, que terminou em novembro.

Prioridade para as ETAR’s que apresentaram projeto na 1º fase
O edil oliveirense referiu ainda que “o que fomos dizer à ministra, é que se estas sete ETAR’s são classificadas como ETAR’s que precisam de remediação ambiental urgente, sob o seu ponto de vista de operacionalidade. Se nós não temos, efetivamente, uma dotação orçamental que permita resolver o problema, então vamos ter seguramente estes problemas a manterem-se, com graves prejuízos para a saúde pública”, afirmando que foi deixada a sugestão à ministra de que “quem apresentou[estimativa orçamental] na primeira fase, à semelhança do que acontece em muitas outras dimensões, que vissem contempladas as suas ETAR’s”, concluiu.

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