“Eu tenho de fazer alguma coisa pela minha terra”

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Ricardo Praça da Costa

> Ricardo Praça da Costa, candidato à Câmara e Assembleia Municipal pelo Livre

Ricardo Praça da Costa, candidato pelo LIVRE à Câmara e Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis, apresentou-se aos oliveirenses em entrevista à AzeméisTV/FM e expôs as razões da sua candidatura .

 

Quem é o candidato?  "Nasci no hospital de Oliveira de Azeméis, passei a minha infância ali entre a Feira dos Onze, maioritariamente e, depois, fui andando um bocadinho mais  entre Cidacos, Escravilheira e Cruzeiro. A minha infância foi muito passada por aí, muito na rua, a conviver com diversas pessoas.”

Caminhada política e entrada no LIVRE. “Nunca quis nada com a política. Aos 41 anos, comecei a achar que as coisas estavam com uma tendência a piorar, que há um afastamento cada vez maior entre a democracia e o povo. Quando conheci o LIVRE vi o que não vira alguma vez na política portuguesa: um partido efetivamente livre, em que a base é ouvir as pessoas, tê-las a participar na política.”

Carências de Oliveira de Azeméis. “Eu não quero estar a apontar o dedo, mas as carências, as necessidades da cidade estão à vista de todos. Oliveira de Azeméis está a perder população. Oliveira de Azeméis tornou-se uma cidade desconfortável.”

Mobilidade. “Temos boas vias de comunicação, mas temos de pensar noutros meios de mobilidade, temos de pensar nas pessoas que estão em casa, que não têm possibilidades financeiras para passear, para viajar, que têm uma saúde débil e que estão isolados, em idade avançada, e são pessoas que também deram o seu contributo e precisam de ser ouvidas também. Precisam de estar cá fora, precisam de participar.”

Habitação e centro da cidade. “Uma questão que neste momento está a haver no país todo e na Europa toda é a questão da habitação. Temos uma habitação social em Oliveira de Azeméis quase nula, e temos uma série de edifícios devolutos que não existem. Depois há outra coisa: as zonas centrais das nossas vilas e da nossa cidade estão um pouco ao abandono, estão um pouco vazias. Porquê? Temos tantas associações, temos tanta criatividade, temos tantas pessoas a trabalhar que merecem palco... merecemos conhecer mais esse património vivo que existe e não tem palco para se mostrar.”
 

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