27 May 2024
Instalações serão no atual edifício da junta de freguesia
No momento de abertura da reunião de câmara, que decorreu no edifício da Junta de Freguesia de Ul, Manuel Alberto, presidente da União de Freguesias de Oliveira de Azeméis, Santiago Riba-Ul, Ul, Macinhata da Seixa e Madaíl, referiu que gostaria de ver ser feita a requalificação do edifício onde decorria a sessão o “quanto antes possível. Sabemos que existem projetos (…) seria uma boa notícia se nos pudesse dar um feedback”.
Foi em resposta a Manuel Alberto, que o presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Joaquim Jorge, desvendou que o futuro daquele edifício, bem como do edifício que se encontra ao lado abandonado, poderá passar por uma “resposta de natureza social” com a criação de um centro de dia ou de um lar residencial. “Essa requalificação é realmente necessária. Não foi feita porque tem sido trabalhada uma outra possibilidade para este edifício e aquilo que nós esperamos é que logo que esteja concluída a creche possamos reunir esforços no sentido de procurar encontrar uma solução para este edifício e para o que está aqui ao lado”, referiu Joaquim Jorge. O edil prosseguiu referindo que “aquilo que procuraríamos era transformar este espaço, mais o que está aqui ao lado, numa resposta para os mais seniores e é essa a resposta que tem vindo a ser trabalhada já alguns anos a esta parte”.
IPSS avalia sustentabilidade do projeto
Também José Campos, vereador do PSD, e após saber que o atual edifício da Junta de Freguesia de Ul poderá ser transformado futuramente numa resposta para os mais seniores, questionou Joaquim Jorge sobre se, nessa “resposta futura, estão salvaguardas as atividades que acontecem aqui no edifício”.
Em resposta o presidente da câmara municipal referiu que “o que se pretende para este edifício é manter as valências que já cá existem, que apenas necessitam de um espaço relativamente contido. Estamos a trabalhar com uma IPSS no sentido de avançar, mas a preocupação fundamental da IPSS é a sustentabilidade do projeto”. Joaquim Jorge prosseguiu a sua intervenção explicando que “é possível avançar para uma resposta de centro de dia, mas essa resposta não terá sustentabilidade financeira e portanto precisaremos também da resposta lar residencial, até porque é uma das carências desta freguesia e do nosso concelho”.