Há 30 anos que se dança o ‘vira’ em Ul

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XXX edição do Festival de Folclore do Rancho Folclórico ‘Cravos e Rosas’

À semelhança de um pouco por todo o concelho, decorreu, no passado sábado, o XXX Festival de Folclore do Rancho Folclórico 'Cravos e Rosas', no largo da Igreja Matriz de Ul. A efeméride, que contou com mais três grupos: Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, de Almeirim; o Grupo Folclórico de Palmeira de Faro, de Esposende; e o Grupo Folclórico ‘Semear Alegria’ de Celeirós, de Braga.

Este foi o regresso do festival, depois da interrupção de três anos de pandemia, e o sentimento de saudade foi possível constatar por parte de todos os ulenses, que fizeram questão de encher o largo da igreja para assistir ao grande festival.

“São 30 anos de festivais, são muito anos a trabalhar em prol da cultura e do associativismo oliveirense. Aos grupos que nos visitam tenho a certeza que serão bem recebidos, porque o grupo ‘Cravos e Rosas’ sabe bem receber e sabe bem representar a cultura local, por isso sejam muito bem-vindos a esta noite de folclore. Uma noite de cultura de base e que defendem em diferentes regiões, que este festival seja um hino à preservação das tradições, da cultura e ao movimento associativo oliveirense.”

Francisco Silva, presidente da FAMOA

“O grupo encontra-se extremamente satisfeito pela organização e realização do XXX Festival de Folclore. É este reencontro de grupos tão diferentes, mas tão genuínos na sua identidade que nos permite manter as tradições vivas, a beleza ímpar da etnografia e do folclore de Norte a Sul do país. Resta-nos agradecer a resiliência e o esforço coletivo dos elementos do grupo, bem como às empresas e particulares que continuam a confiar no trabalho desenvolvido pelas associações no seu concelho, e em especial dos seus grupos de folclore.”

Mário Cunha, tesoureiro do grupo

“É com um sentimento de dever cumprido que voltamos a reunir estes grupos folclóricos num festival de folclore, numa terra que é rica em tradições, que é a nossa aldeia de Ul. Depois de um convívio na sede do nosso grupo e de um jantar onde não faltaram as principais iguarias da nossa freguesia, entre as quais o pão de Ul, são estes grupos que partilham connosco o que melhor sabem: as danças e cantares das suas gentes, das suas terras. A alegria dos elementos dos vários grupos que recebemos é contagiante e só nos dá força para continuarmos a trabalhar em algo que gostamos muito. Não apenas porque esta é a nossa segunda casa, mas também porque queremos que as tradições e as memórias de Ul e do seu povo, perdurem e permaneçam ao longo do tempo.”

Liliana Tavares, vice-presidente do grupo

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