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Correio de Azeméis

12 Sep 2022

O renascer da fanfarra dos bombeiros oliveirenses

Destaques Concelho

Após uma paragem de quatro anos regressa

A Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis renasceu. Criada em 1960, e parada desde 2018, os instrumentos foram novamente afinados e o grupo voltou. Tendo tido a sua primeira atuação, como manda a tradição, na procissão do triunfo, a 14 de agosto, nas Festa de La Salette.

Nelson Castro, vice-presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis e um dos responsáveis pela fanfarra, aos microfones da Azeméis TV/FM, confessou que a fanfarra é “um símbolo, um ícone”, sendo para o mesmo “um orgulho” ver o regresso da mesma. 
Os interessados que queiram entrar só precisam de “vontade e garra”, como explicou Nelson Castro. “Apareçam, se faltar instrumentos não se preocupem que nós tratamos de arranjar”, prosseguiu aos microfones da Azeméis TV/FM.
Adélia Teorgas, membro da direção e também responsável pela fanfarra, “não podia estar mais de acordo”, com as palavras do vice-presidente. “Quando fomos eleitos, começamos desde início a querer reativar a fanfarra.” “Começamos por ver onde estavam e como estavam os instrumentos e lançamos o desafio. Primeiro ao corpo ativo para perceber quem estava interessado e depois começamos o passa a palavra a várias pessoas”, disse em declarações à Azeméis TV/FM, confessando ainda que atualmente já existem mais pessoas que instrumentos.
Adélia Teorgas lançou o desafio aos jovens que queiram entrar. “Somos um concelho de bandas e de músicos, temos uma escola fantástica e a fanfarra está aberta a toda a gente que queira participar (…) e deixo aqui o apelo para todos aparecerem”, finalizou à Azeméis TV/FM.

“Eu gostei sempre da fanfarra e pediram-me se podia dar uma ajuda. Tínhamos uma fanfarra a nível do país muito boa e vamos fazer o possível para que isso volte a ser assim. Com toda a juventude e todos que queiram ajudar. Eu faço parte da fanfarra desde 1966, entretanto tive de prestar serviço militar em angola e quando voltei, em 1976, regressei e aqui estou até hoje, é uma paixão.”
  Diamantino Fernandes, Chefe
 

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