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“Ela é inteligente e percebe-se que sabe, mas não quer trabalhar. Quer ir para o desemprego de novo”. Esta informação de um empresário mostra uma faceta que todos nós sussurramos. Há muitos excelentes profissionais que querem viver do subsídio de desemprego. Quando são obrigados a aceitar propostas de trabalho, fazem com que não gostem do seu trabalho. De facto, pode ser uma atração um subsídio e mais uns extras, ou viver sem horário de trabalho rígido. Ou outro motivo que compense não trabalhar. Há, também, quem diga que entre ganhar 700 euros a “dar no duro” e 500 de subsídio sem trabalhar, esta solução é tentadora. A grande maioria concorda que sejam criados apoios para os que não têm trabalho, para aqueles que vivem com rendimentos abaixo do nível mínimo. Afinal, somos um povo de espírito solidário, que não vira a cara aos que vivem com dificuldades. Mas, também, é por demais sabido que muitos há que se aproveitam e querem viver destes apoios, recusando o trabalho. O país perde bons trabalhadores. Há países ocidentais que deixam nas mãos dos privados a questão, pagando-lhes para isso. Isto é, um desempregado é afeto a uma empresa privada que tem que lhe conseguir colocação. São pagos por objetivos. Uma forma que alguns países encontraram para combater o “falso desemprego”. O nosso estado está a aproveitar os fundos europeus para dar formações aos desempregados. Permitindo que tenham mais oportunidades de emprego. E faz bem. Por um lado “obrigam” os cidadãos a aprender novas artes. Por outro, combatem esse fenómeno daqueles que sabem, mas não querem trabalhar. Eduardo Costa, jornalista, presidente da Associação Nacional da Imprensa regional

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