Marcos Sousa é o candidato independente à JF Carregosa

Carregosa Eleições Autárquicas

“É dar voz àqueles que não a têm tido”

O candidato independente pelo grupo de cidadãos eleitores Renovar Carregosa sublinha a necessidade da proximidade, planeamento e envolvimento da população nas decisões da freguesia.

Quem é o candidato.
“Sou o Marcos, um jovem de 22 anos, carregosense de naturalidade e por escolha. Estudei em Carregosa, fiz parte do movimento associativo e continuo a fazer. Apesar da idade, já me interessei desde cedo pela vida da freguesia, a minha primeira assembleia foi aos 17 anos, com a minha primeira intervenção.”

A decisão em se candidatar.
“Uma candidatura liderada por um jovem, mas também com outros jovens na lista, é um sinal claro daquilo que Carregosa precisa, dar voz a quem não a tem tido, muitas vezes por desencanto com a política. Queremos mostrar que a Junta deve ser vista como um órgão institucional para ajudar as pessoas e não apenas como um órgão político.”

Como avalia a freguesia.
“Carregosa tem um dos movimentos associativos mais vibrantes do concelho, mas precisa de mais planeamento e menos política de agrado. Não podemos continuar a limpar passeios ou a alcatroar só na altura das eleições. Temos quatro anos para fazer esse trabalho e temos de o fazer de forma contínua.”

As prioridades.
“Vamos criar um regulamento sério de apoio às associações, que torne previsível o apoio da Junta e permita às coletividades planear o seu orçamento. Queremos também modernizar a Junta, criar uma junta móvel, atualizar o site para permitir requerimentos online e lutar pela instalação de serviços públicos em Carregosa, como finanças ou segurança social.”

Participação dos carregosenses.
“O orçamento participativo será uma prioridade: é dar às pessoas a oportunidade de escolher onde querem aplicar parte dos fundos da freguesia. O presidente de junta não pode ser sobranceiro, tem de ouvir a população e trabalhar para ela.”

Questões ambientais.
“Queremos promover testes de qualidade da água para tranquilizar as pessoas e fiscalizar os impactos da atividade empresarial. Não se trata de impedir o crescimento, mas de garantir que todos podem viver em segurança e confiança.”

Mensagem final aos eleitores.
“Se querem uma alternativa responsável à governação de sempre, que tem sido de poucochinho, é preciso mudar. Nós vamos trazer uma nova forma de fazer política, com proximidade e foco na freguesia. Uma junta tem de responder às pessoas, não aos partidos.”

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