Noite uniu comunidade na espiritualidade

S. Roque Freguesias

Festa mostrou a união dos três pilares de uma comunidade, paróquia, escola e freguesia.

S. Roque> Festa da Paz enche auditório de São Roque

Na noite de sábado, 31 de janeiro, o grupo de jovens ‘CARA’ de São Roque, organizaram a festa da Paz, que teve lugar no auditório da junta de freguesia de São Roque.

Contou com a participação dos grupos de catequese, apresentações da ginástica de grupo, do grupo coral Concórdia, do ensino articulado, com uma dinâmica do próprio grupo e ginástica sénior. Sandra Silva e a banda também participaram nesta iniciativa, bem como o grupo de cantares de São Roque. Também foi apresentado um vídeo realizado pelos idosos do lar de São Roque.
Vitor Andrade, presidente da junta, começou por agradecer pela iniciativa, “para nós, como junta de freguesia, é sempre gratificante que existam eventos na nossa freguesia, e que tenham esta adesão, esta moldura humana”. Acrescentou que, em relação à paz, a par do que foi dito durante o espetáculo, “infelizmente cada vez que ligamos a televisão, paz é coisa que não existe, em todos os quadrantes deste planeta temos guerra e destruição”, e apelou para que todos sejam elementos difusores da paz. Passando a palavra à professora Lurdes, em representação da escola básica Comendador Ângelo Azevedo, esta deixou um pequeno excerto da mensagem do Papa Leão XIV, para o Dia Mundial da Paz. “A paz é fundamental, sem ela não é possível vivermos em comunhão. A fragilidade humana tem o poder de tornar-nos mais lúcidos em relação ao que dura, ao que passa, ao que faz viver e ao que mata”. Terminou congratulando o grupo por manter viva a iniciativa.
Seguiu-se a vez de Amaro Simões, presidente da assembleia municipal, começou por deixar uma mensagem de empatia para com quem sofreu com a tempestade Kristin. “Eu queria agradecer muito à paróquia, à escola e à junta de freguesia. É bom sentirmos que os três pilares da nossa comunidade, estão unidos”. No final das intervenções, Miguel passou a mensagem que o bispo auxiliar D, Roberto Mariz deixou, “a paz é uma semente, que pode tornar-se grande e abrigar-nos a todos. Mas é uma semente frágil, facilmente é destruída”

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