6 Apr 2026
Ricardo Campelo Magalhães (IL), Ricardo Praça da Costa (LIVRE), Vitor Januário (CDU) e Sara Costa (BE)
‘Outras Visões Políticas’
Apesar de não terem assento na câmara e assembleia municipal, os representantes dos partidos Bloco de Esquerda, LIVRE, Iniciativa Liberal e CDU não deixam de ser oposição dos atuais executivos.
O debate contou com a participação de Sara Costa (Bloco de Esquerda), Ricardo Campelo Magalhães (Iniciativa Liberal), Ricardo Praça da Costa (LIVRE) e Vítor Januário (PCP), que analisaram o papel das oposições e o poder autárquico, em dia que marcou os 50 anos da Constituição portuguesa.
Papel da oposição em Oliveira de Azeméis
“A oposição acaba por ser fundamental. Porque a oposição ajuda a identificar, a fiscalizar, mas também a propor soluções. Com o nosso comentário, também fazemos um tipo de oposição, na medida em que estamos também a analisar o que se passa na autarquia e a fazer um bocadinho também isso. Identificar e propor algumas soluções aqui com o nosso comentário”, Sara Costa, representante do BE
“A visão da Iniciativa Liberal é que a oposição deve ser a voz daqueles que não têm voz. Portanto, há vários públicos aqui em Oliveira de Azeméis que não são representados convenientemente pelo atual executivo e, nesse sentido, nós temos um longo caminho pela frente no sentido de representar essas pessoas”, Ricardo Campelo Magalhães, representante da IL
“Isto é o grupo da oposição sem assento. Nós não temos acesso à informação privilegiada que tem a posição com assento. Cabe-nos a nós, na mesma, tentar para construir. Tentar construir, ajudar a construir a nossa democracia, transportar novas ideias, novas formas de pensar, novas formas de abordar alguns problemas”, Ricardo Praça da Costa, representante do LIVRE
“Nós entendemos que à oposição se impõe, de facto, o papel da denúncia daquilo que contesta. Tem esse papel. Mas também tem de ter o papel da proposta e do projeto daquilo que defende. Sendo que também há na oposição quem não faça nada disso. Quem se limita a fazer uma declaração e acabou o debate”, Vitor Januário, representante do CDU