Oliveirense com cinco vagas por preencher
Desporto
União Desportiva Oliveirense
Uma semana depois do arranque dos trabalhos de pré-época, Pedro Miguel continua a aguardar por mais cinco jogadores para fechar o plantel para a época 2019/2020. Na passada quinta-feira, o treino da Oliveirense foi aberto aos adeptos e à comunicação social.
Ana Catelas
Depois de ter arrancado com os trabalhos de pré-época no primeiro dia deste mês, a Oliveirense abriu as portas do Estádio do Mergulhão, em Cesar, pela primeira vez aos adeptos e à comunicação social na tarde de quinta-feira. Na casa do Cesarense, onde a Oliveirense vai realizar toda a pré-temporada e vai também fazer os jogos amigáveis, a equipa técnica teve todos os jogadores disponíveis.
Além dos quatro reforços já garantidos – os defesas Leandro Silva e Elizio Adriani e os guarda-redes Bruno Vale e Luís Costa, sendo que este último vai jogar na equipa de juniores -, Pedro Miguel conta também com mais dois jogadores que vão ficar na Oliveirense, devendo, no entanto, serem emprestados ao FC Cesarense, clube satélite da União e que vai disputar a Divisão de Elite da Associação de Futebol de Aveiro. São eles o avançado Nuno Barbosa, 18 anos, que na última época jogou nos juniores e nos Sub 23 do Rio Ave, tendo passagens pelo FC Porto, onde começou a jogar futebol, e pelo Paços de Ferreira, e o médio brasileiro Douglas Vargas, 23 anos, que chega da AD Nogueirense, clube onde se estreou em Portugal o ano passado e onde fez 30 jogos no Campeonato de Portugal.
“Vamos tentar fazer melhor que na época passada”
O treinador Pedro Miguel reconhece que os treinos estão a decorrer dentro da “normalidade” de uma pré-época e frisa ser urgente fechar o plantel, que tem ainda cinco vagas por preencher. “Queríamos partir com o plantel fechado, mas isso não foi possível e durante a pré-época queremos tentar, rapidamente, construir o plantel para abordar a época 2019/2020”, explicou o técnico, adiantando que falta um central, um médio, um ponta de lança e dois alas. “São cinco os lugares em aberto e que queremos preencher o mais rapidamente possível, mas o fator monetário obriga-nos a uma escolha rigorosa”, acrescentou Pedro Miguel, referindo ainda que os objetivos passam pela manutenção. “Não podemos alargar ainda os nossos objetivos. Vamos tentar fazer melhor que na época passada, que esta seja menos sofrida, pois foi uma época que nos obrigou a estar sempre em alerta para conseguirmos a manutenção”, concluiu.
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