Politicamente (in)correto

CHEGA

Manuel Almeida *

António Costa, o primeiro ministro do “poucochinho”!
Depois de António Costa ter apresentado as medidas de apoio às famílias, eis que apresenta agora pela voz do ministro da economia, as medidas de apoio às empresas.

Se as medidas apresentadas no início deste mês para apoiar as famílias pecavam por tardias e traduziam-se em migalhas para os portugueses, dando com uma mão e retirando com duas, passando uma valente rasteira aos nossos pensionistas penalizandos fortemente nas pensões dos próximos anos, oferecendo uma redução da taxa de IVA na electricidade que na maioria dos consumidores residenciais não vai além de uma redução na ordem dos 2 euros mensais na factura. Resumindo, o governo socialista apresentou uma mão cheia de nada aos portugueses. Nas medidas de apoio às empresas, o governo repete a “oferta”, e não traz nada de novo para ajudar as empresas face aos sucessivos aumentos dos preços da energia e das matérias primas.
Tirando a formação, o pacote apresentado significa muito pouco nas contas finais da maior parte das empresas, principalmente nas pequenas e médias empresas do nosso país que geram emprego e riqueza.
Mais uma vez, as linhas de crédito surgem como medida de apoio quando na realidade não passam de incentivo ao endividamento das empresas.
Os dois “pacotinhos” de apoio apresentados por este governo socialista não passam de mais um truque com o intuito de ludibriar os portugueses, retirando-nos ainda mais poder de compra.Para quando medidas sérias, concretas e que realmente ajudem os portugueses? Para quando uma redução da carga fiscal?
Deste governo socialista já não se pode esperar outra coisa que não seja o aumento do número de pobres, a retirada de poder de compra aos portugueses, sem esquecer as trapalhadas na saúde, no ministério das obras públicas e agora também na educação com o arranque do ano lectivo deixando cerca de 600 horários por preencher.
A continuarmos com estas políticas, avizinham-se tempos difíceis para todos nós… Só nos resta esperar que esta sombra do socialismo e do empobrecimento que paira sobre nós desapareça com os novos ventos que se fazem sentir vindos de países como a Suécia e muito provavelmente de Itália..
* Presidente da comissão política Concelhia do CHEGA
 

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