Politicamente (in)correto

Opinião Política CHEGA

> Manuel Almeida (CHEGA)

Nos últimos anos, Portugal tem assistido à degradação do debate sobre imigração e nacionalidade. Enquanto os partidos da esquerda insistem numa política de portas abertas, ignorando as suas consequências sociais e de segurança, surge finalmente uma reforma que procura devolver racionalidade e responsabilidade ao tema.
A nova Lei da Nacionalidade representa um passo decisivo para proteger a identidade nacional e valorizar a cidadania portuguesa. Ao aumentar os prazos de residência, exigir conhecimento da cultura e história do país e reforçar os critérios de boa conduta e integração, Portugal aproxima-se dos padrões dos países europeus que há muito perceberam a importância de preservar a coesão social e evitar o caos migratório, como por exemplo, a Suíça.
Como seria de esperar, a esquerda reagiu com as mesmas críticas de sempre, acusando de “xenofobia” qualquer tentativa de impor regras e exigência. É o discurso habitual de quem prefere a desordem ao controlo, as regularizações automáticas à integração real. Essa visão ingénua e ideológica já produziu resultados desastrosos noutros países: insegurança crescente, comunidades paralelas e perda de identidade nacional.
Neste contexto, importa reconhecer o papel do CHEGA, que tem sido a única voz a defender uma política migratória séria e uma lei da nacionalidade justa e rigorosa. Esta reforma reflete uma das suas principais bandeiras e mostra que é possível alinhar Portugal com os países que protegem a sua soberania e segurança, em vez de o deixar cair na mesma desorganização que assola tantas nações europeias.
A cidadania portuguesa deve significar pertença e compromisso, não um simples benefício administrativo. Quem escolhe Portugal deve fazê-lo com vontade de se integrar, contribuir e respeitar os valores que sustentam a nossa história. O momento é de escolha: queremos um Portugal soberano, seguro e respeitado, ou um território sem rumo, onde a generosidade se confunde com fraqueza e o oportunismo dita as regras?

Manuel Almeida, Presidente da Comissão Política Concelhia do partido CHEGA

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