Politicamente (in)correto

Opinião Política CHEGA

Manuel Almeida*

Opinião Política

Assistimos, na última semana, a um espetáculo revelador da verdadeira natureza do sistema político que domina Portugal há décadas. Figuras do PSD, CDS e até da IL, que
passaram anos a fingir diferenças ideológicas, surgem agora de braço dado a apoiar António José Seguro, um histórico do Partido Socialista e um dos símbolos do regime que falhou ao país. Para quem ainda tinha dúvidas, este alinhamento confirma aquilo que o CHEGA sempre denunciou: quando o poder está em causa, as máscaras caem.
Não me surpreende ver antigos “liberais” e “sociais-democratas” a correrem para o colo do PS. São os mesmos que falaram de mudança, de responsabilidade, de reformas, mas que na hora decisiva escolhem a continuidade, o conforto do bloco central e a preservação dos seus privilégios. António José Seguro não representa renovação; representa o passado, o imobilismo e a cumplicidade com políticas que empobreceram os portugueses e afastaram o povo da política.
Este apoio cruzado entre PSD, CDS, IL e PS mostra bem o medo que têm de André Ventura e do CHEGA. Medo de alguém que não deve favores ao sistema, que diz o que pensa e que enfrenta os interesses instalados sem rodeios. Enquanto eles se unem para proteger o regime, nós estamos do lado dos portugueses que trabalham, pagam impostos e exigem justiça, segurança e verdade na vida pública.
Acresce ainda que este conluio político revela um profundo desprezo pela vontade popular expressa nas urnas. Em vez de ouvirem o descontentamento crescente dos portugueses, preferem fechar fileiras, silenciar a crítica e travar qualquer alternativa que ponha em causa o seu domínio sobre o Estado e as instituições.
Não é uma escolha entre esquerda e direita, como querem fazer crer. Nem tão pouco uma escolha entre um democrata e um não democrata. É uma escolha entre o sistema e a rutura, entre os mesmos de sempre e a coragem de mudar. O apoio a António José Seguro é a prova final de que, para eles, o essencial é manter tudo como está, e só reforça o que andamos a dizer desde a fundação do CHEGA: PS e PSD são partidos
gémeos separados à nascença.

*Presidente da Comissão Política Concelhia do partido CHEGA  

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