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Correio de Azeméis

23 Sep 2025

“Renovar Carregosa” propõe nova cultura de governação

Carregosa Autárquicas 2025

Programa de Marcos Sousa aposta na proximidade, no apoio às coletividades e na fixação de serviços públicos

> Movimento liderado por Marcos Sousa

No programa eleitoral, a lista ‘Renovar Carregosa’ diz querer uma nova forma de gerir a freguesia, com mais profissionalismo, proximidade e visão estratégica, convicto de que assim Carregosa poderá afirmar todo o seu potencial.

O grupo de cidadãos eleitores “Renovar Carregosa”, liderado por Marcos Sousa, fez chegar à redação do Correio de Azeméis o programa eleitoral em que baseará a discussão na luta pela presidência da Junta de Freguesia. No documento, a candidatura defende a necessidade de uma “nova cultura de governação local”, baseada em rigor, planeamento e ambição, em contraponto com aquilo que considera ser a atual lógica de gestão “limitada e reativa”.
Para os proponentes, as freguesias são “a instituição mais próxima dos cidadãos e deveriam desempenhar um papel central na coesão social e na qualidade de vida”. Contudo, a prática mostra, segundo afirmam, um cenário contrário, de “dependência estrutural da câmara municipal, incapacidade para reivindicar serviços públicos, investimentos avulsos sem estratégia de longo prazo e frustração das populações”. 
“Administrar uma freguesia é gerir recursos públicos, mediar interesses coletivos e planear o desenvolvimento local é um exercício exigente de governação, que dificilmente pode ser levado a bom porto por pessoas sem preparação”, pode ler-se no documento.
Marcos Sousa e a sua equipa consideram que Carregosa, pela vitalidade social, cultural e económica que demonstra, “não deve permanecer refém desta realidade”. Para isso, propõem um conjunto de medidas assentes em três eixos: proximidade, dinamização social e visão estratégica.
No plano da proximidade, o movimento apresenta duas bandeiras: a criação de um serviço de atendimento móvel, que leve os serviços da Junta a todos os lugares da freguesia, e a implementação de um orçamento participativo, “que devolva aos cidadãos a capacidade de decidir parte das prioridades coletivas”.
Quanto à dinamização social, o programa eleitoral defende a criação de um regulamento de apoio às coletividades, a instalação de um gabinete de apoio técnico e administrativo às associações locais e a expansão das atividades do Museu d’Artes e Ofícios. Para os responsáveis, estas medidas “reforçam a ligação entre património histórico, identidade comunitária e dinamização cultural”.
Já na visão estratégica, o projeto destaca a ligação dos passadiços do Parque Verde aos de Pindelo e a fixação de serviços públicos em Carregosa. O objetivo é evitar que a freguesia se transforme “apenas num dormitório”, obrigando a população a “deslocar-se para fora para tratar dos seus assuntos mais elementares”.
No documento, o movimento sublinha ainda que “Renovar Carregosa não significa apenas mudar rostos, mas sobretudo mudar práticas: substituir a política de agrado por planeamento, o improviso pela competência e a resignação pela ambição de um futuro melhor”.

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