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Correio de Azeméis

1 Apr 2025

“Tento ser um intérprete da visão que os casais me mostram”

Concelho

A fotografia de casamentos já fez com que Filipe Santos viajasse para Vigo, Londres, Roma, Veneza e Paris

> Filipe Santos fotografa casamentos há mais de vinte anos

O número de casamentos que fotografou já rondará os três dígitos e o “gosto pela fotografia” permanece intacto. “Os casamentos são por excelência uma mistura de todo o tipo de sentimentos e histórias”, declara Filipe Santos, em entrevista ao Correio de Azeméis.

O gosto pela fotografia foi aparecendo pela “magia de viver momentos diferentes”, “conhecer novas pessoas” e poder “interpretar histórias”, conta Filipe Santos, em entrevista ao Correio de Azeméis. Hoje, já se passaram mais de vinte anos desde que fotografou o primeiro casamento e Filipe Santos confessa que captar estes momentos especiais é uma responsabilidade. “Quantas vezes essas são as últimas fotos dos avós? E de todos os primos reunidos? O olhar do noivo ao ver a noiva, que um dia serão o pai e a mãe de alguém a ver as minhas fotografias, essa é a minha responsabilidade”, sustenta.
O seu trabalho já o levou para lá das fronteiras nacionais, tendo fotografado casamentos em várias cidades europeias, tais como Vigo, Londres, Roma, Veneza ou Paris. Ainda assim, a sua função é comum a qualquer local em que trabalhe: ser um “intérprete” da visão que os noivos possuem para as capturas do seu grande dia. “Tento não impor a minha visão, apenas fotografo a deles, o que eles me contam e mostram. Nem todos mostram tudo, mas o amor é sempre possível identificar: num olhar, num gesto ou numa expressão. Acredito que são esses detalhes que fazem a diferença nas nossas lembranças”, reitera o fotógrafo.
Tendo capturado inúmeros momentos especiais durante a sua carreira, Filipe Santos acredita que o casamento representa um momento de “alegria” e de “energia única” que são difíceis de expressar por palavras. “O casamento é uma promessa de cuidar e de partilhar, transversal a todas as famílias, culturas e nacionalidades que já fotografei”, atesta.
Hoje em dia, os casamentos são o seu “recreio”, mas confessa que não conseguiria desempenhar o seu trabalho sem a equipa que o acompanha e o apoio do Estúdio266.  “Tenho a sorte de ter contado sempre com pessoas muito especiais e que partilham a minha paixão pela fotografia e pelos casamentos”, conclui.
 

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